» A especificidade do agir humano (distinguir comportamento animal de acção humana)
* Do Biológico ao Racional (a tripla perspectiva do homem no mundo: biológica, social e racional)
* O que Fazemos e o que nos Acontece (distinção)
* O que Fazemos Voluntária e Involuntariamente
* Distinção entre Actos do Homem e Actos Humanos
* Distinção entre Fazer (produção centrada no objecto) e Acção (decisão centrada no sujeito/agente)
* Os quatro momentos do Acto Voluntário: Concepção, Deliberação, Decisão e Execução
* A rede conceptual da Acção: agente, motivo, desejo, necessidade, intenção, finalidade, decisão, deliberação, liberdade, responsabilidade, consciência, projecto de vida (futuro)...
* Determinismo e Liberdade na Acção Humana: Animal = natureza dada; Homem = natureza adquirida (construída, com liberdade de escolha)
* Condicionantes da Acção Humana (obstáculos à realização do que desejamos): internas = físico-biológicas; externas = histórico-culturais
* A Acção como espaço de liberdade do agente: o homem constrói-se a si mesmo; o homem supera as condicionantes realizando sonhos; o homem realiza-se na liberdade que a racionalidade lhe proporciona.
DESAFIOS:
1 - Estudar cada ponto aprofundando-o, com argumentos, exemplos, distinções, comparações e reflexão.
2 - Publicar aqui as reflexões dos pontos que considere importantes e essenciais.
3 - Comparar o comportamento humano e o comportamento animal no campo da sexualidade.
4 - Relacionar o último filme publicado (Lição de Vida) com o último ponto destes conteúdos.
BOM TRABALHO
BOM ESTUDO
7 comentários:
1º e 2º Desafios
A especificidade do agir humano (distinguir comportamento animal de acção humana)
Do Biológico ao Racional (a tripla perspectiva do homem no mundo: biológica, social e racional)
Em Filosofia torna-se necessário distinguir Acção (intencional/ consciente) de Reacção (comportamento instintivo=animal)
Acção:
Palavra polissémica – vários sentidos/significados;
Sentidos correntes do termo não nos interessam;
Interessa-nos a Acção Humana ou Agir Humano, que é diferente de pensar ou dizer.
Conduta Animal e Humana
As condutas dos animais são diferentes das condutas humanas, isto é, os seres humanos comportam-se de uma maneira diferente dos animais, uma vez que o Homem é um animal racional.
Conduta Animal – Os animais comportam-se de uma forma instintiva e habitual, ou seja, um animal é determinado, apresenta comportamentos espontâneos, imediatos e reactivos.
Conduta Humana – A acção do Homem ultrapassa os mecanismos primários e ascende ao nível da racionalidade. O Homem organiza a sua vida, programa-a, sabe o que quer, o que deseja, o que pode e o que deve fazer. O seu comportamento é deliberado, mediato e reflexivo, permitindo-lhe programar a sua vida.
Tripla Perspectiva do Homem em relação ao Cosmos
Esta tripla perspectiva do Homem em relação ao mundo permite o distanciamento entre o comportamento do Homem e as restantes espécies.
1.O Mundo é visto pelo Homem como uma fonte de subsistência, ou seja, permite a sua sobrevivência, fazendo do homem um Ser biológico e natural - Parte animal do homem.
2. O Mundo é visto pelo homem como um meio de coexistência com semelhantes, isto é, permite a sua convivência com as restantes pessoas, fazendo do homem um Ser Social - Distanciamo-nos das restantes espécies.
3. O Mundo é visto pelo homem como um espaço onde pode construir o seu projecto de vida com sentido, fazendo do homem um Ser Racional -Parte da Racionalidade (eleva-nos acima dos restantes seres).
O que Fazemos e o que nos Acontece (distinção)
O que Fazemos – Associa-se à voz activa, uma vez que somos os autores da acção. Devido a esta actividade, tornamo-nos uma espécie de actores.
Ex.: Comprar um bilhete da lotaria
Irmos ao cinema
O que nos Acontece - Associa-se à voz passiva, uma vez que somos “vítimas”, suportamos os efeitos de algo que não é produzido por nós. Devido a esta passividade, tornamo-nos uma espécie de receptores.
Ex.: Sair-nos o prémio.
Faltar a luz no cinema e não pudermos ver o filme.
O que Fazemos Voluntária e Involuntariamente
Distinção entre Actos do Homem e Actos Humanos
Dentro do que fazemos podemos distinguir o que fazemos voluntária e involuntariamente.
O que fazemos voluntariamente – são actos que comportam sempre uma intenção, isto é, depende da nossa vontade. Fazendo destes actos, actos conscientes, voluntários e intencionais - Actos Humanos (Acção Humana).
Ex.: Ir passar férias ao Brasil
Comprar uma casa
Consultar um médico
O que fazemos involuntariamente – São actos que não comportam nenhuma intenção, isto é, escapam à nossa vontade - Actos do Homem.
Ex.: Respirar
Espreguiçar
Transpirar
Tossir
Ressonar
Distinção entre Fazer (produção centrada no objecto) e Acção (decisão centrada no sujeito/agente)
Fazer – está relacionado com os actos do homem. É uma actividade centrada no objecto, é uma produção técnica que tem como finalidade algo que é exterior ao indivíduo, isto é, algo que não concretiza nenhuma intenção da pessoa.
Acção – está relacionada com os actos humanos. Tem como finalidade transformar o próprio agente, pois remete para uma actividade centrada no sujeito e é algo que ele pretende, voluntariamente, realizar.
Ex.: Os alunos na sala de aula
• Enquanto pessoas – Acção Humana (estamos centrados em nós)
• Enquanto alunos – Não é acção humana, estamos no campo do fazer, uma vez que não está relacionado connosco, mas sim com o nosso desempenho escolar, estamos centrados no objecto, que neste caso são os “conteúdos”, “participação” e “colaboração”, isto é a parte de aluno).
Se reflectirmos apercebemo-nos que a mesma identidade pode-se multiplicar em várias personagens:
• Filhos
• Colegas
• Alunos
• Etc…
Os quatro momentos do Acto Voluntário: Concepção, Deliberação, Decisão e Execução
Acção Humana ou Acto Voluntário é um acto reflectido e mediato, contudo há momentos de indecisão, sendo necessário fazer ponderações prévias.
O acto voluntário ocorre na sequência de processos intelectuais.
Sequência de Processos Intelectuais
1º. Concepção ou Projecto
• Estabelecemos conscientemente uma meta a atingir;
• Traçamos o plano de acção a desenvolver.
2º. Deliberação
• Analisamos as hipóteses de acção e os motivos que nos levam a actuar;
• Analisamos as consequências da acção;
• Ponderamos a melhor hipótese;
• Avaliamos os “prós” e os “contras”.
3º. Decisão
• O conflito da deliberação será aqui ultrapassado;
• Escolhemos, entre as vias possíveis para a nossa actuação e optamos por uma delas – é o acto pelo qual nos determinamos a agir.
4º. Execução
• Pomos em prática a decisão tomada;
• Concretizamos;
• É a passagem da intenção ao acto (mobilizamos esforços e energias).
A rede conceptual da Acção: agente, motivo, desejo, necessidade, intenção, finalidade, decisão, deliberação, liberdade, responsabilidade, consciência, projecto de vida (futuro)...
Acção Gratuita
Filósofos situados numa linha causalista pretendem explicar objectivamente a acção humana, limitando-se a identificar o sujeito que a produz, ignorando o que se passa no interior das pessoas que praticam a acção.
• O sujeito é visto como a causa da acção, enquanto a acção é vista como o efeito.
• Desta forma continuamos a desconhecer o que se passa na acção.
• O sujeito permanece como uma entidade opaca, como uma espécie de caixa fechada, a quem se atribui a possibilidade de praticar actos gratuitos, isto é, desprovidos de qualquer motivo e intenção.
O acto gratuito não é próprio do ser humano.
Para compreender uma acção é preciso saber mais do que quem a praticou, é necessário, por exemplo, perguntar “Porque é que o sujeito praticou tal acção?”
Agente da Acção
Ao perguntarmos “Porque é que o sujeito A praticou tal acção?”, colocamo-nos numa outra perspectiva, centrada na motivação do sujeito ou agente.
Paul Ricoeur nesta perspectiva considera que a relação agente-motivação é o “coração do problema da acção”
Esta nova perspectiva tem por necessário desvendar o interior do agente. O agente vai ser aberto e analisado, detectando-se dentro dele uma estrutura de elementos que se articulam dinamicamente, isto é, que interagem uns sobre os outros, constituindo uma Rede Conceptual.
Rede conceptual da Acção
Agente – É aquele que pratica a acção.
No interior do agente contam-se os seguintes elementos:
• Intenções;
• Fins;
• Motivos.
Acção intencional implica:
• Agente responsável, livre e consciente
• Motivos (desejos, necessidades)
• Intenções
• Finalidades
• Decisão livre, deliberada, orientada para o futuro
É impossível explicitar o conceito de rede conceptual da acção sem recorrer a uma série integrada de conceitos.
Agente
• Se o que contém dentro pudesse ser ignorado, diríamos que o agente seria a causa eficiente da acção, ou seja, seria um elemento que dispondo de liberdade, teria o poder de praticar gratuitamente os actos da sua vontade.
• Mas o sujeito contém algo no interior, pelo que o conceito de agente só se compreende se o considerarmos nas relações que mantém com os outros conceitos, como os de intenção, de motivo e de fim.
Quando falamos de Agente implica conceitos como:
• Liberdade e Responsabilidade, pois são dois conceitos que nunca se separam, são indissociáveis.
Intenção – é aquilo que o agente quer fazer, atingir ou obter. É o quê da acção.
A intenção é como uma antecipação da acção – Concepção, Deliberação e Decisão. Por isso, considera-se que o agir humano é sempre intencional.
O SER HUMANO – tem a capacidade de justificar uma determinada acção, uma vez que sabe sempre “O que quer” (indicando-nos o Fim) e “Porque quer” (indicando-nos o Motivo). O Fim e o Motivo da acção permitem-nos compreender melhor a intenção.
Motivo – o que leva a agir. Segundo Ricoeur, o motivo dinamiza e esclarece a acção. Responde ao “porquê?” da acção
O Motivo é sinónimo de Razão de Agir, sendo todo o agir humano guiado por motivos.
Um motivo é um elemento dinâmico, é uma espécie de força ou tendência que leva o indivíduo, logo que as circunstâncias o permitam a realizar o seu intento que pode consistir:
• Na realização de actos;
• Na produção de qualquer coisa.
Há motivos de vária ordem:
• Inatos, aprendidos ou mistos;
• Voluntários ou involuntários;
• Individuais ou sociais
• Conscientes ou inconscientes.
Principais Motivos
• Necessidades (não são conscientes)
Estado de desequilíbrio provocado por uma carência ou privação que põe em causa a sobrevivência;
A não satisfação de uma necessidade põe em causa a nossa sobrevivência;
Este tipo de motivo está relacionado com as necessidades primárias, essenciais para a sobrevivência, justificando as acções biológicas, ou seja, escapam ao nosso controlo.
Ex.: Comer;
Vestir;
Viver sob um tecto com as mínimas condições de saúde, higiene e educação.
As necessidades são motivos de ordem biológica. Ex.: fome
• Desejos (são conscientes)
Impulso espontâneo e consciente para um bem conhecido ou imaginado, que se acredita ser necessário atingir para satisfazer uma necessidade ou carência;
A não satisfação de um desejo não põe em causa a sobrevivência, ou seja, não comprometem o que somos ou quem somos;
Podemos continuar a desejar, apesar de ficarmos tristes, quando não realizado o desejo;
Os desejos são de natureza psicossocial e ligam-se a processos cognitivos como a memória, sede de lembranças gratificantes, geradas em experiências passadas.
Fazer a distinção entre estes dois tipos de motivos na vida quotidiana de cada um, torna-se difícil, uma vez que o conceito de necessidade e desejo depende das culturas, da classe e do estatuto de determinada pessoa.
Ex.: Nos dias hoje o telemóvel tornou-se um objecto indispensável na vida das pessoas da nossa sociedade, tornando-se numa necessidade, contudo em alguns países e até mesmo para algumas pessoas com dificuldades económicas da nossa sociedade, o facto de ter um telemóvel é apenas um desejo.
Finalidade, Fim ou Objectivo – é a meta que as actividades desenvolvidas visam alcançar. É o “para quê?” da acção.
A intenção refere-se aqui ao objectivo, aproximando-se da noção de projecto.
Decisão – consiste em eleger uma entre muitas possibilidades. A decisão permite que o desejo se transforme em projecto.
Decidir implica:
1. Fazer um projecto, ou seja, ter a intenção de realizar qualquer coisa.
2. Considerar-se o autor ou agente do projecto e estar disposto a levá-lo a cabo.
3. Ter motivos que sustentem o projecto e que legitimem a decisão.
Decidir
Comporta sempre uma margem de risco, daí não ser tomada de ânimo leve.
Apesar da deliberação podem ocorrer imponderáveis, por isso há sempre a possibilidade de factores imprevistos, que escapando ao agente, conduzem ao fracasso da decisão.
Determinismo e Liberdade na Acção Humana: Animal = natureza dada; Homem = natureza adquirida (construída, com liberdade de escolha)
Animal – possui uma natureza dada, isto é, tem estabilidade comportamental para sobreviver e se adaptar ao meio. Portanto está sujeito ao determinismo.
Homem – Ao contrário dos animais, o homem tem uma natureza adquirida, ou seja, o homem eleva-se acima da fixidez animal e acede a formas de comportamento realizadas de forma autónoma.
O homem rege a sua acção pele princípio da Liberdade, ou seja, tem possibilidade de escolha, sendo esta possibilidade o que melhor caracteriza o comportamento específico do homem.
Determinismo
É uma corrente filosófica para quem a acção humana é provocada por antecedentes próximos ou remotos;
A acção pode ser explicada segundo um mecanismo de causa-efeito;
A Liberdade não tem qualquer sentido, o homem é como uma marioneta, fazendo da liberdade algo de ilusório.
Destino – Quer seja encarado como uma força abstracta ou desígnio divino, seria o agente condutor dos fios que tecem a trama da vida, pelo que as escolhas que o homem faz seriam apenas aparentes.
Formas de Determinismo
Determinismo Físico: todas as coisas se regem pela regularidade de leis, incluindo os fenómenos relacionados com o homem, ou seja, é o princípio que sustenta a possibilidade de elaborar leis científicas.
Determinismo Biológico: Todos os seres, incluindo o homem estavam submetidos a códigos biológicos que lhe determinam a conduta. O homem seria prisioneiro da herança genética e da sua constituição biofisiológica, o homem não teria qualquer responsabilidade nas acções que pratica.
Determinismo Psicológico: Admite a existência de uma relação intrínseca entre a constituição psicológica de cada homem e os motivos que o impelem a acção. Quando o homem decide agir, não pode deixar de querer aquilo que quer, por causa da sua responsabilidade, representações mentais, crenças, medos e desejos.
Determinismo Sociológico: Os actos individuais são da inteira responsabilidade da sociedade a que pertence. O homem é produto determinado pela cultura em que se desenvolve, regendo-se por regras sociais.
Determinismo Religioso: Deus continua a governar os actos de acordo com a sua sabedoria. O querer humano é determinado pela vontade divina, libertando o homem da responsabilidade das suas acções.
Liberdade – deriva da palavra libertas que significa independência e autonomia.
O Homem livre será aquele que não tem que servir ninguém, a não ser a si próprio.
Conceito mais comum de liberdade
A liberdade é vista como uma entidade abstracta. Representando a total ausência de coacções e constrangimentos.
Posições extremas
• Negação radical da liberdade – determinismo
• Afirmação da liberdade como algo absoluto - faria da acção humana algo de gratuito, o sujeito agiria voluntária e espontaneamente.
Formas de Liberdade
Liberdade Física: Possibilidade de dar livre curso à actividade corporal sem a presença de obstáculos ou coacções.
Liberdade Biológica: Ter saúde e bom funcionamento orgânico é essencial para ter este tipo de liberdade.
Liberdade Psicológica: A nível da consciência, a liberdade é algo de pessoal e interior, identifica-se com a capacidade de escolher uma entre várias alternativas que se oferecem. Permite que os actos praticados sejam actos voluntários.
Liberdade Sociológica: Num sentido social e político, refere-se às condições que permitem a realização das liberdades básicas individuais. Esta forma de liberdade é exterior ao indivíduo pois depende do modo como os grupos sociais se organizam.
Liberdade Moral: A acção livre não é a que resulta de inclinações ou tendências, mas de boa vontade ou boa intenção. Este tipo de liberdade não tem a ver com o que se faz, mas sim como se faz.
A liberdade é a possibilidade de escolha, mas não é omnipotente (poder fazer tudo).
O Homem é livre, porque tem possibilidade de escolha, mas não é omnipotente.
Condicionantes da Acção Humana (obstáculos à realização do que desejamos): internas = físico-biológicas; externas = histórico-culturais
Condicionantes da acção humana – são obstáculos que se opõem à realização do que desejamos.
• Condicionantes Físico-Biológicas ou internas:
Morfologia e fisiologia do nosso corpo (órgãos, sistema nervoso e sistema glandular);
Ex.: Possuir um corpo saudável e em equilíbrio é importante, pois condicionam a energia psicossomática.
Hereditariedade (herança genética);
Componente biológica das motivações primárias.
• Condicionantes Histórico-Culturais ou externas
Ambiente social (regras) – Socialização;
Diferentes épocas;
Diferentes recursos técnico-científicos (tecnológicos);
Diferentes valores e sistemas de educação;
Contexto cultural da época;
Padrões culturais.
A Acção como espaço de liberdade do agente: o homem constrói-se a si mesmo; o homem supera as condicionantes realizando sonhos; o homem realiza-se na liberdade que a racionalidade lhe proporciona.
As condicionantes limitam-nos, mas algumas são possíveis de ultrapassar, enquanto outras não.
A força, a dignidade e a superioridade humana reside na consciência que o homem tem das suas limitações. A grandeza do Homem não está naquilo que lhe é dado pela natureza, mas naquilo a que pode chegar com a sua actuação.
Liberdade – é a capacidade que o homem tem de tomar racionalmente decisões acerca dos actos que quer praticar e de ser capaz de os realizar automaticamente, isto é, sem obedecer a qualquer coacção. A liberdade existe, por isso abre-se ao homem um campo de possibilidade que a cada momento o leva a transcender-se, tornando-o capaz de:
• Construir-se a si mesmo
O homem graças à sua liberdade e apesar das suas condicionantes biológicas, psicológicas e culturais pode escolher o seu caminho, determinando a sua personalidade – é moldada por opções que fazemos em função de valores que julgamos prioritários.
• O homem é o obreiro do Mundo (capaz de o construir)
Através da técnica e da ciência o homem deixa às seguintes gerações realizações que tornam a sua vida mais cómoda.
A evolução e o progresso humano são a prova mais que evidente de que o homem dispõe de possibilidade de acção que atestam o exercício da sua liberdade.
Conclusão: A Liberdade Absoluta é um mito, contudo o homem dispõe de uma margem para exercer livremente as suas actividades.
Excelente Joana.
Como sempre.
Bjo
Paula Silva
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